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Estive a ver os minutos finais deste vídeo (vejam até ao apito final), e apesar da derrota, senti uma certa nostalgia.

 

Não pela derrota em si, claro, mas pela forma injusta como perdemos o jogo, já depois de ao longo deste campeonato tudo terem feito para darem o título ao Benfica.

 

Essa injustiça foi espelhada nos rostos e nas reacções dos jogadores, tentando eles, depois, nos últimos minutos, remarem contra a maré. A indignação espelhada nos rostos do Sá Pinto, do Beto, do Polga, do Ricardo ou do Barbosa.

 

Tempos em que podíamos perder, mas independentemente dos resultados, estávamos sempre de cabeça erguida.
E acho que a história do Sporting se faz muito disso, e este vídeo espelha bem isso.

 

Dos três "grandes" fomos o único clube que não teve qualquer indicio relativamente a apitos dourados e de outras cores.
Sempre fomos pioneiros na modernização do futebol português, mas estando sempre à margem do "sistema".

 

Nem sempre fomos perfeitos (a perfeição não existe), mas de uma maneira-geral o clube dava-se ao respeito e era um orgulho fazer parte dele, tanto nas vitórias como nas derrotas.
Sim, eu vivi momentos de alegria, como também não esqueço as derrotas e não me ponho à margem delas (algo que o actual presidente não faz).

 

Enfim, era um orgulho poder defende-lo com toda a garra possível quando se debatia com os nossos amigos de outros clubes.
O Sporting é uma forma de estar, e as vitórias é que vêem por acréscimo. Só assim elas podem ter valor.
Sinto que nestes últimos 4 anos (ou desde 2011) essa mística se te perdido e tenho muita pena.

 

Pena que a ambição pessoal de um falhado em "assaltar" o Sporting lhe tenha dado o direito de achar que pode passar por cima de tudo e todos.

 

Passar por cima da história, de velhas glórias (Manuel Fernandes), de antigos dirigentes, de sócios (os tais processos), de achar que tem que ter mais protagonismo que os jogadores, da má criação, das guerras contra tudo e contra todos, da falta de palavra (os contratos rasgados), etc etc etc.

 

E, na verdade, o que ganhamos nós últimos 4 anos? Creio que o Sporting de tostões do Paulo Bento terá melhor palmarés que este Sporting de milhões do Jorge Jesus. Já pararam para pensar nisso?

 

Hoje, se um Sportinguista quiser servir o clube e debater a sua gestão, é humilhado de todas as formas! É triste.

 

Qualquer instituição de vez em quando se arrisca a ter um Azevedo (até os americanos agora estão a aturar com um). O que me choca nem é tanto isso. O que me choca é a passividade e a falta de orgulho e de exigência que muitos de nós temos demonstrado num período completamente surreal da nossa história!

 

Um dia, vocês vão todos acordar para a vida. Espero é que não seja tarde.

 

Ai, provavelmente, nada sobrará.

 

Uma coisa é quase certa: este mandato (ou o próximo) deixará uma marca para a eternidade, e não propriamente pelos melhores motivos.

 

Não sei se sou eu que sou demasiado ferrenho e levo isto demasiado a sério, mas como já disse, acho que é hora de acordar para a vida e exigir coisas mínimas para o dia a dia do nosso clube!

 

Nota: Entretanto o vídeo desapareceu do youtube, mas este da final da Taça da Liga até é capaz de ser ainda mais exemplificativo da mensagem que pretendi passar:

 

 

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No meu canal de youtube, tenho o vídeo da celebração do titulo nacional de 1999-2000, após o termo do encontro contra o Salgueiros.

 

Mal Jorge Coroado deu o último apito, os jogadores seguraram um grande placar que dizia o seguinte: "Em Jesus Cristo somos mais que vencedores". 

 

Entretanto, quase por acaso, acabei por perceber o real significado dessa mensagem, e que está em Romanos 8:31 a 39.

 

Por muito que gostemos de futebol e dos nossos clubes, as vitórias que celebramos são do menos importante nas nossas vidas...

 

Diz muito da humildade e do espírito de grupo que imperava naquele balneário. 

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Em 2000-2001, o então campeão nacional contava com jogadores internacionais como Peter Schemeichel, Beto, André Cruz, Phill Babb, Rui Jorge, Paulo Bento, Pedro Barbosa, Dimas, João Pinto, Sá Pinto, ou Acosta.

 

Apesar do mau planeamento da época que culminaria numa época igualmente má, na época seguinte o Sporting viria a ser campeão nacional e a conquistar a Taça de Portugal. 

Passados 3 anos, o Sporting esteve numa semana à beira de tocar no céu, com a possibilidade de conquistar o campeonato e a Taça UEFA em Alvalade, com José Peseiro em 2004-2005. Infelizmente, nada se ganhou.

 

Todavia, após 18 anos sem conquistar o título, os primeiros 5 anos do milénio pode-se dizer que até foram positivos.

 

Mas, voltando à época de 2000-2001, e apesar do mau planeamento dessa época, a SAD presidida por Luís Duque despediu Augusto Inácio para contratar o treinador do Benfica, José Mourinho. Episódio que pode recordar neste link.

 

Com José Mourinho, quase de certeza que teríamos sido bicampeões, tricampeões, e quem sabe, tetra ou penta; não se sabe...

 

Pois com José Mourinho do nosso lado, o FC Porto continuaria um declínio que já ia com 3 anos sem ganhar o titulo, e o Benfica continuava ainda a sofrer as consequências do pesadelo Vale e Azevedo.

 

Teríamos ganho títulos e uma posterior estabilidade que fariam de nós o melhor clube da primeira década deste século.

 

Hoje não vale a pena culpar este ou aquele pelo sucedido. Sim, foram os adeptos quem impediram a entrada de um então jovem e inexperiente treinador como José Mourinho. Afinal, quem adivinharia o que viria a seguir?

 

O que é certo, é que até nisso, nós, os adeptos, tivemos sempre uma palavra a dizer nas questões do clube. Por vezes, até em excesso, como agora está mais que provado.

 

Se na época passada poder-se-á dizer que não ganhamos o título pelo falhanço do Bryan Ruiz no jogo contra o Benfica; o que dizer da não-entrada do Mourinho no Sporting?

 

O futebol também tem esta característica: o pormenor. E essa é uma das características que fazem do futebol uma modalidade apaixonante.

 

Nota: Um artigo que pode ser complementado com o artigo A azarada semana que alterou o destino do Sporting.

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Excelentes vídeos, que me traz à memória excelentes recordações.

Indo de encontro a um outro artigo por mim publicado

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Curioso. Já que agora cantam loas pelos negócios fantásticos do Bruno, em 1999 a venda do Simão foi até então a maior de sempre do futebol português.

O que só prova que em muitos anos o valor de mercado é completamente diferente, e que não pode nem deve haver comparações efectivas.

 

Reparem que tanto o Leicester como o Inter foram adquiridos por multimilionários asiáticos...

 

Isto, não querendo de todo tirar mérito a Bruno de Carvalho. Só acho que não foi nada de extraordinário...

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A história do futebol português está toda ela envolta em polémicas, escândalos, suspeições, e muita falta de credibilidade e de transparência. Sempre, ou quase sempre foi assim.

 

O facto de ser sportinguista não faz com que eu afirme que o Sporting não tenha os seus pecados. Seria hipócrita afirma-lo, e desde logo essa hipocrisia arrastaria este artigo.

 

Todavia, de uma maneira-geral, tenho a certeza que na maior parte da história do futebol e do desporto, soubemos ser melhores que os outros.

Desde logo, o Sporting tem nas suas origens gente de um enorme pioneirismo. E esse legado foi passado de geração em geração.

 

Mas, vamos desde já onde quero chegar:

Hoje é já recorrente encontrar na blogosfera leonina aquele mito já quase enraizado de que os presidentes após Sousa Cintra foram uns "mansos", e que actualmente sim, defendem-se os interesses do Sporting e combate-se a falta de transparência do futebol português.

Ou seja, o tal período que é hoje odiado e difamado, levando a uma generalização que me parece injusta, denominada de "roquettismo" (de 1995 a 2013).

 

A Internet é hoje um meio em que muita mentira e contra-informação é passada a público, mas, felizmente, quem a souber utilizar de uma forma honesta, pode não fazer esquecer alguns factos interessantes, e que até nos orgulham enquanto sportinguistas.

É o caso de uma série de vídeos que estão no youtube, relativamente ao tal problema que está enraizado no futebol português.

 

Aqui, em 1995, mal Santana Lopes tomou posse, viu-se envolvido com uma aliança entre Benfica e FC Porto

 

Santana Lopes foi de certa forma traído pelo presidente do Benfica Manuel Damásio, isolando ainda mais o Sporting nas questões da Liga e da arbitragem. Se o Sporting já era o mais prejudicado dentro do futebol português, pior ficou nos anos seguintes.

Mas o presidente de então demonstrou desde logo que não se revia na falta de credibilidade dos seus rivais, tendo o Sporting uma posição virada para a modernização do futebol português.

 

 

Nos anos seguintes o Sporting seria prejudicado como já era recorrente, até que em 1998-1999 o Sporting tomou medidas

 

 Os lances em que o Sporting se queixou na temporada 1998-1999

 

 

Os declarações dos dirigentes do Sporting

 

 Comunicado do dirigente Simões de Almeida

 Comunicado do presidente José Roquette

 Entrevista ao então Vice-presidente António Dias da Cunha. Ele que enquanto presidente de 2000 a 2005, foi talvez o dirigente que mais lutou contra o "sistema". Desde a sua posição frontal, a alianças, à contratação de "inspectores" como Marinho Neves, de tudo um pouco fez. Inclusive, antes de "rebentar" o processo Apito Dourado, ele afirmou à RTP que Pinto da Costa e Valentim Loureiro eram os "rostos" do "sistema". Ele que enquanto dirigente esteve nos 2 últimos títulos de campeão pelo Sporting. 

 Discurso do presidente José Roquette, apelando à união do clube, num momento particularmente difícil do Sporting dentro do então contexto do futebol português. Um discurso que recomendo a todos os que julgam que há um Sporting "antes" e "depois" de Bruno de Carvalho.

 

Jogo do luto

 

 Sporting 5 Académica 0

 

As propostas do Sporting para modernizar o futebol português

 

Curiosamente, Bruno de Carvalho fez o mesmo mal chegou ao Sporting. Tenho é dúvidas se foi sincero. Pois quem é "verdadeiro", creio que não precisa de "perseguir" todo um passado do Sporting.

 

 

Conclusão

 

Aparentemente os intentos do Sporting foram conseguidos no curto-prazo. Isto, porque nas 3 épocas seguintes o Sporting viria a ganhar 2 campeonatos e uma Taça de Portugal após 18 anos de "jejum".

 

A médio\longo prazo não o foram, pois o Sporting, tal como concluo neste artigo, voltaria a ser prejudicado pelas arbitragens, e de uma forma directa, foi-nos impossibilitado de vencer no mínimo 2 campeonatos e uma Taça da Liga. Títulos que fariam com que o crescimento que o Sporting vinha tendo desde 2000 se prolongasse durante muito mais tempo, e quiça, impossibilitou-nos de sermos hoje um clube muito mais estável e consolidado, tal como pessoalmente conclui no artigo A azarada semana que alterou o destino do Sporting.

 

Serve este artigo para tentar demonstrar que é uma falácia e uma desonestidade-intelectual querer reescrever a história do Sporting, quando nunca deixamos de ter histórias bonitas para contar.

 

 

 

 

 

 

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Ao navegar pelo youtube, acabei por parar neste vídeo. Lembrei-me que apesar de perder muito tempo com palhaços e palhaçadas, é mesmo do futebol que eu gosto.

E é por gostar de futebol e do meu clube, que o quero à margem de palhaços e de palhaçadas! E dentro das minhas reduzidissímas possibilidades, tendo contribuir para um Sporting melhor.

 

Vejamos o que diz o conselheiro leonino Rui Barreiro na sua última crónica do Jornal O Jogo: 

"Não se percebe como um clube Grande como o nosso Sporting tem comportamentos pequenos".

E é isto, infelizmente.

 

O mais recente comunicado de Nuno Saraiva a comparar a comunicação do Sporting com a do Benfica e FC Porto, é só o início de uma campanha-eleitoral em que tudo vai valer.

 

Mas enfim, fico-me pelo vídeo por hoje. Num ambiente fantástico, com um grande golo, e com todo um estádio a festejar a qualificação da sua equipa para a final da Champions. É bonito de se ver.

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Como a paciência já começa a ser pouca para tanta hipocrisia, hoje fico-me por este artigo que já tinha sido publicado no dia 18 de Junho.

 

Jornal do Sporting de 31 de Julho de 1924. Mensagem do reeleito presidente Júlio Araújo aos Sportinguistas

jornalsporting1923.tif

 " Circunstancias excepcionais que não vale apena citar fizeram com que mais uma vez fosse eleito presidente do nosso club.

Se a honra é grande (e como honra considero o facto) não menos grandes, são os trabalhos e responsabilidades que simultaneamente me foram conteridas. Ignoro ainda como será este anno de gerencia e só passado ele nós poderemos avaliar se a eleição foi ou não acertada.

Compromissos tomados e escritos pelos que me acompanham como Diretores e por mais duas dezenas de consocios nossos, indicam que muitos se trabalhou e que muito apoio teremos na realisão da obra de constante engrandecimento ao Sporting.

Seria errada política afirmar que conseguiremos repetir as façanhas de 1922/1923, Mas é admissivel garantir que trabalharemos tanto quanto fôr preciso para que tal se consiga.

Eu tenho ouvido de alguns dos que me felicitam, o comentario que « Então este anno ganha-se o campeonato, » Isto me dizem muitos, e convem desfazer as ilusões, Campeonatos, taças, classificações e tudo o mais não se conquista com o simples facto de pôr à cabeça da Direção o nome de Julio Araujo, de Salazar Carreira ou de qualquer outro de boa vontade.

Campeonatos, taças, classificações e tudo o mais só se consegue com orientação trabalho e boa vontade, assim é que está certo; e todos sabemos que em muitos casos, apezar da orientação, do trabalho e da boa vontade, se não obtem os resultados que seria para desejar

Estabeleceu a Direção um programa de trabalhos que, lido antes da eleição, a todos mostrou claramente como seguiremos, ali se apontaram claramente os males e quais julgámos ser os nossos remedios,

Ajudem-nos todos os que o Sporting pertencem e por elle se interessam e nós augmentaremos o numero de probabilidades de exito,

Eu sou como sou e não como outros desejam que eu seja. Eu sou Julio de Araujo com todos os meus defeitos, qualidades e ideias, Elegeram-me assim que ditassem restrições ao meu modo de ser e de ver, Aos que de mim muito esperam direi que também delles espero muito, aos que em mim não põem grandes esperanças eu recomendo que fiquem quietos e não criem dificuldades,

Para trabalhar produzindo, eu quero o methodo e ordem e disciplina; requeiro boa vontade moral e material; entendo ser necessário existir authoridade e mutua comprehensão de deveres; preconizo que os socios do Sporting devem agir coherentemente com os Diretores.

Assim iremos lá, assim poderemos fazer coisas,

Não estranhem os que leem de forma secca, franca e quasi ríspida e bem sacudida como atiro para o conhecimento publico as minhas maneiras de vêr,

Eú prefiro da maxima franqueza, mais a par do meu feitio, do que a diplomacia vesga que não é para empregar junto de gentes da mesma familia, Não sou presidente para crear amizades, Sei que nestes cargos arranjamos os nossos inimigos, mas como meu «desideratum» é fazer progredir o club, eu falo com preocupações pessoais nem receios de prejudicar popularidades a que não aspiro e que para o Sporting, de nada servem,

Julgo eu, que ninguem me atribuirá a pretensão de autocrata, ou pensará que, preciso para a minha pessoa da satisfação de ter authoridade, Esta basta-me possui-la onde e quando é preciso na minha vida profissional, No Sporting tudo são meios para atingir os fins, e é sob este aspeto que as coisas terão que ser encaradas,

Respeitador em absuluto dos feitios alheios, prompto em receber sugestões, conselhos e indicações desde o mais modesto e ignorado associado até ao de maior valia e renoma; acessivel a todas as reclamações e observações eu pretendo ser a par, de Director acatado, tão bom amigo de todos e do club como aquelles que o são,

É talvez demasiadamente pessoal este meu primeito artigo? É, Mas pretendo mostrar-me desde já tal qual como sou afim de que, feito o avizo, possa caminhar sem sombras de preocupação neste ponto.

A Direção defeniu a sua orientação e vai segui-la. É possivel que pelo caminho molestemos vaidades, ambições e doutorices, E possivel que contra nós se proteste e barafraste por algumas das medidas a tomar, Não importa. Emquanto uma Assembleia não estabelecer o contrário nada nos fará arrípiar no caminho que julgamos ser o bom."

 

 

Isto sim, era um presidente!

 

Tempos em que não se tentavam passar atestados de estupidez aos seus sócios!

Tempos em que não se vendiam ilusões de títulos e de milhões da treta!

Tempos em que se tinha os pés bem assentes no chão, e não havia chavões que caem bem perante muitos incautos, ao nível do "eles até tremem", "os nossos rivais têm que dar mais luta", ou "olhem bem para nós aqui no 1º lugar"!

Tempos em que um presidente tinha a sua vida própria, e não tirava um tostão do clube - pelo contrário, alguns metiam lá do seu próprio dinheiro!

Tempos em que seria impensável um presidente apelar aos seus associados para não o deixarem cair do poder, por questões pessoais do próprio presidente!

Tempos em que se tratavam os seus sócios por "família", não havendo "expurgas" nem processos!

Tempos em que um presidente tinha a capacidade de ouvir e estar receptivo a sugestões e conselhos.

Tempos em que um presidente assumia que um mandato podia correr bem, como podia correr mal, dando também a entender que de uma forma directa ou indirecta, os sócios fazem parte da vida do clube, para o bem e para o mal. Era como um todo.

 

Foi com pessoas desta honestidade e frontalidade, que se construiu um clube tão grande como os maiores da Europa.

 

Infelizmente, querem destruir o que levou muitas décadas a construir... Alguns não perceberão, e lá argumentarão que há 3 anos estavamos no 7º lugar. Oxalá não percebam quando for tarde demais...

 

 

Nota: A imagem pertence ao site Sporting Memória.

 

  

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Como é fim-de-semana de clássico, até ao jogo fico-me por este vídeo bastante engraçado - não vá ser o autor do blogue acusado de "desestabilização"!...

 

 

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