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« Ouvi com alguma atenção o discurso de quase 50 minutos do presidente do SCP na AG de ontem, 24 de Abril. Nele deu conta de "duas almofadas" financeiras que, para além de servirem para "um sono descansado", servirão para pagar a conta à Doyen e para comprar jogadores e pagar mais umas outras despesas. Hoje leio no CM este notícia de que destaco o seguinte:

- "O Sporting fica em risco de não poder pagar os salário aos jogadores, e a outros funcionários do clube, se for obrigado a liquidar já os 12,7 milhões de euros à Doyen, no caso Rojo, a que foi condenado pelo Tribunal Arbitral do Desporto (TAS). Esta conclusão consta no recurso à decisão do TAS que o clube de Alvalade enviou para o Tribunal Federal da Suíça, no dia 22 de fevereiro".

Tento perceber se o presidente se enganou ou se pretendeu tapar o Sol com a peneira. Bem sei que a AG tinha uma centena e meia de sócios, corpos sociais incluídos, o que se prestou a alguns dotes da costumada demagogia e às habituais insinuações. Criticou os que utilizam as redes sociais para lhe apontarem críticas aos seus discursos mas não deixa de utilizar os mesmos meios para escrever o que quer e condenar os que o criticam. Aliás, foi no FB, na página oficial do presidente do SCP que tive acesso ao seu discurso de ontem. E, confesso, as palavras que proferiu sobre o Caso Doyen só me deixaram dúvidas. Mas elas, com o tempo, ir-se-ão desfazendo. Para os que o apoiam e o defendem peço alguma ponderação. A mesma que peço para todos os que não estão com ele nestes constantes ziguezagues discursivos onde, por vezes, a linguagem lhe foge para a chinela. »

 

No mais recente post chegou-me este comentário de Manuel Frazão, e decidi partilha-lo. Porque mais uma vez, ontem, os sportinguistas foram presenteados com mais uma mão cheia de nada. E quando assim é, é normal que as pessoas tenham dúvidas.

 

Destaco a seguinte frase acerca do tal mistério da transferência de Montero: "Está tudo detalhado no sítio que tem de estar, para consulta das entidades que o quiserem fazer na altura que entenderem".

Ou seja, numa Assembleia-Geral, perante os sócios, um presidente afirmar isto, é porque julga que os outros são de facto uns carneiros... E eu que julgava que uma Assembleia-Geral visava prestar todo e qualquer tipo de esclarecimento, e se fosse preciso, até ao mais infímo pormenor...

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